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sábado, 28 de junho de 2014

Mensagem - Bolhas




“Alguns acreditam que precisam se esforçar para aquietar a mente, mas esse esforço só vai agitá-la ainda mais. Você não tem que fazer nada além de ampliar a percepção através da totalidade na ação (presença). Assim, quando os pensamentos vêm, eles simplesmente explodem como bolhas no ar. Se você puder desenvolver a presença, não importa a situação ou o lugar no qual se encontra - nada vai abalar a sua serenidade.”

Sri Prem Baba

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Sobre os Doshas




Para saber mais sobre os Doshas, os biotipos da Ayurveda, acesse http://osdoshas.blogspot.com.br/p/ayurveda.html e conheça. 

Deixe seu comentário, é sempre muito bem vindo ! 

Namastê. 

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Lançamento - OS DOSHAS

Olás ! 

Lançamento da vez: 

http://osdoshas.blogspot.com.br/ 

História dos Doshas - os biotipos estudados pela Medicina Indiana - contada de forma divertida, trazendo conceitos e ensinamentos da Ayurveda. 

Confiram !!

Namastê. 


terça-feira, 8 de abril de 2014

ESPIRAL

Olás ! 

É com gratidão que apresentamos o mais recente projeto musical do Filósofo Hindu ! 


Com início em 2013, o projeto denominado ESPIRAL teve sua publicação em março/14 no site www.soundcloud.com/yogasorocaba , onde é possível ouvir e baixar as músicas. 


O lançamento, propriamente dito, não tem data, mas o CD foi gravado no ESTUDIO MUSIC HOUSE ( www.musichousecm.com ) pelo músico e produtor Felipe Colenci (que também participou dos arranjos) e conta com uma gama de NOVE MANTRAS para que todos possam curtir. Houve, ainda, a participação especial de Vanessa Fernandes no violino. 


Os mantras foram escolhidos para proporcionar momentos de paz interior. Todos eles fazem parte dos mantras sagrados da India e o repertório ainda conta com uma faixa especial, "We are awakening", do fabuloso casal Deva Premal e Miten ( www.devapremalmiten.com ), o qual nos permitiu a honra da gravação. 


Esperamos que curtam !! 


Namastê !! 


domingo, 30 de março de 2014

MENSAGEM 

“Você é a fonte de todo o amor, mas essa realidade está coberta por muitas capas. A retirada dessas capas é o que chamamos de “despertar”, porque se estando identificado com elas, você está sonhando que é uma pessoa carente - uma gotinha separada do oceano. Cada um com sua história, com seus dramas e instrumentos, tenta conseguir aquilo que acha que precisa. Você acredita ser esse nome e essa história, portanto acredita que precisa de determinadas coisas, e assim dedica sua vida para conquistá-las, e para preencher esse vazio. Isso é sinônimo de andar nos círculos da ignorância.” 

PREM BABA 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Ahimsa



Olá pessoal, 

Depois de um longo inverno, estou de volta !! 




Conversando com minha professora de Yoga de Bauru, Patricia de Abreu (Jaya Yoga Bauru), ela comentou que a revista época publicou a resportagem "O lado perigoso da ioga" na semana passada. Vejam matéria completa no link: Revista Época. 

Muito importante nos antenarmos com as mais diversas opiniões, porém as pessoas gostam de etiquetar as coisas, e no caso o jornalista etiquetou o Yoga como uma mera prática física, na qual instrutores mal preparados promovem lesões nos alunos. 

Vejam, obviamente que existem pessoas não qualificadas para dar aulas de Yoga, assim como em qualquer ramo de atividade que existe no mundo. Porém, isso abre para discussões - que não é neste post que vamos tratar - sobre regulamentação do Yoga etc. Gente, não é nada disso, não vamos deixar que deturpem a Filosofia. Não se regulamenta Filosofia de Vida, pelo amor... 

Enfim, nos aforismos de Patanjali, ele coloca que “Quando o yoguim se firma na virtude da não violência, toda discórdia se acaba na sua presença” (YS 2.35). É esse aforismo que me lembrei quando li a reportagem. Afinal, a violência a nós mesmos durante a prática pode ser algo real quando não praticamos AHIMSA (não violência). É de alguns seres humanos culpar outros, ou seja, não assumem o erro - seja no que for - e culpam o outro. 

Nos casos apresentados pelo jornalista em seu livro lançado recentemente, os alunos não souberam respeitar os próprios limites e se machucaram e, claro, culparam o professor e, também, a prática do Yoga. O próprio Pedro Kupfer, grande professor e pessoa, descreve em um de seus artigos na Prana Yoga Journal que a culpa, nos casos de lesões, é sempre compartilhada: o professor é culpado porque não soube reconhecer o limite de seu aluno e, este, é culpado também por não saber seu próprio limite e quando deve parar ou não fazer determinada postura, prática ou receber algum ajuste mais profundo durante a prática de ásanas. 

Não podemos ler algo e acreditar simplesmente. Temos que ter um senso crítico, analisar, buscar informações. Muito válido o livro do ex-praticante, só reforça que a busca por instituições sérias e professores qualificados faz-se sempre necessária. 

Reflitam, mas nunca se esqueçam de praticar, praticar, praticar ... 

Namastê, 

Luis Mauricio. 


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Yoga em Atibaba - Primavera 2011


Pessoal, 

Vamos comemorar o início da Primavera praticando Yoga em Atibaia. Para contato direto com a organização, verificar informações no cartaz acima.

Namastê, 
Luis Mauricio

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Mensagem - O Lápis


O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:

- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?

A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:

- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.

O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.

- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!


Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.


"Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade".

"Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor."

"Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça".

"Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você."

"Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação".
 
 

Moral da História:

Precisamos ser e ter pessoas a nosso lado com as qualidades de um Lápis:

Ser ENTUSIASMADO, o que nos faz capaz de realizarmos e darmos vida nova a tudo que nos cerca, mudando a sua realidade e a realidade de todos os que estão ao seu redor.

Possuir FLEXIBILIDADE oportuna para nos moldarmos e enfrentarmos as situações de mudanças, dificuldades, desafios diários e situações de pressão sem deixar de nos auto-motivarmos.

Ter HUMILDADE para reconhecer e, se necessário, corrigir nossos erros.

Ser insaciável em relação ao nosso DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL. Buscando continuamente o nosso aperfeiçoamento e treinamento para sermos a cada dia, ainda melhores.

Ser REFERÊNCIA para as pessoas ao nosso redor, fazendo a diferença e sendo percebidos por todos ao nosso redor.



Namastê, 

Luis Mauricio 

terça-feira, 3 de maio de 2011

A menina do vestido azul






"Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita.

Acontece que essa menina freqüentava as aulas da escolinha local no mais lamentável estado: suas roupas eram tão velhas que seu professor resolveu dar-lhe um vestido novo.
Assim raciocinou o humilde mestre: "é uma pena que uma aluna tão encantadora venha às aulas desarrumada desse jeito. Talvez, com algum sacrifício, eu pudesse comprar para ela um vestido azul."

Quando a garota ganhou a roupa nova, sua mãe sentiu que era pena se, com aquele traje tão bonito, a filha continuasse a ir ao colégio suja como sempre, e começou a dar-lhe banho todos os dias, antes das aulas.
Ao fim de uma semana, disse o pai: " Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more num lugar como este, caindo aos pedaços. Que tal você ajeitar um pouco a casa, enquanto eu, nas horas vagas, vou dando uma pintura nas paredes, consertando a cerca, plantando um jardim?"

E assim fez o pobre casal. Até que sua casa ficou muito mais bonita que todas as casas da rua e os vizinhos se envergonharam e se puseram também a reformar suas residências.
Desse modo, todo o bairro melhorava a olhos vistos, quando por isso passou um religioso que, bem impressionado, disse: "é lamentável que gente tão esforçada não receba nenhuma ajuda do governo". E dali saiu para ir falar com o prefeito, que o autorizou a organizar uma comissão para estudar que melhoramentos eram necessários ao bairro.

Dessa primeira comissão surgiram muitas outras e hoje, por todo o país, elas ajudaram os bairros pobres a se reconstruírem.

E pensar que tudo começou com um vestido azul.

Não era intenção daquele obscuro professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse os bairros abandonados de todo o país. Mas ele fez o que podia, ele deu a sua parte, ele fez o primeiro movimento, do qual se desencadeou toda aquela transformação."

Gardel Costa 


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Pensemos em qual transformação é possível proporcionarmos aos que estão ao nosso redor. 

Reclamar é habitual, a maioria o faz. Sejamos diferentes e colaboremos para a elevação espiritual do planeta. 

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Namastê, 

Luis Mauricio 

domingo, 3 de abril de 2011

Queixas e Ressentimentos - Eckhart Tolle



Queixar-se é uma das estratégias prediletas do ego para se fortalecer.

Cada reclamação é uma pequena história que a mente cria e na qual acreditamos inteiramente. Não importa se ela é feita em voz alta ou apenas em pensamento. Alguns egos que talvez não tenham muito mais com o que se identificar sobrevivem apenas com queixas. Quando estamos presos a um ego assim, reclamar, sobretudo de alguém, é algo habitual e, é claro, inconsciente, o que mostra que não sabemos o que estamos fazendo.

Uma atitude típica desse padrão é aplicar rótulos mentais negativos às pessoas, seja na frente delas ou, como é mais comum, falando sobre elas com alguém ou até mesmo apenas pensando nelas. Xingar é o modo mais rude de atribuir esses rótulos e de mostrar a necessidade que o ego tem de estar certo e triunfar sobre os outros: "idiota", "desgraçado", "prostituta", “etc”, todas essas afirmações definitivas contra as quais não se pode argumentar.

No nível seguinte, descendo pela escala da inconsciência, estão os gritos.
Não muito abaixo disso se encontra a violência física.

O ressentimento é a emoção que acompanha a queixa e a rotulagem mental dos outros. Ele acrescenta ainda mais energia ao ego. Ressentir-se significa ficar magoado, melindrado ou ofendido. Costumamos nos sentir assim em relação à cobiça das pessoas, à sua desonestidade, à sua falta de integridade, ao que estão fazendo no presente, ao que fizeram no passado, ao que disseram, ao que deixaram de dizer, à atitude que deviam ou não ter tomado. O ego adora isso.

Em vez de detectarmos a inconsciência nos outros, nós a transformamos em sua identidade. Quem é o responsável por isso? Nossa própria inconsciência, o ego em nós. Algumas vezes, a "falta" que apontamos em alguém nem mesmo existe. Ela pode ser um erro total de interpretação, uma projeção feita por uma mente condicionada a ver inimigos e a se considerar sempre certa ou superior.

Em outras ocasiões, a falta pode ter ocorrido; contudo, se nos concentrarmos nela, às vezes excluindo todo o resto, nós a tornamos maior do que ela realmente é. E dessa maneira fortalecemos em nós mesmos aquilo a que reagimos no outro, o ego.

Não reagir ao ego das pessoas é uma das maneiras mais eficazes de não só superarmos nosso próprio ego como também de dissolver o ego humano coletivo.

No entanto, só conseguimos nos abster de reagir quando somos capazes de reconhecer o comportamento de alguém como originário do ego, como uma expressão do distúrbio coletivo da espécie humana insana. Quando compreendemos que não se trata de nada pessoal, a compulsão para reagir desaparece.

Não reagindo ao ego, muitas vezes podemos fazer aflorar a sanidade nos outros, que é a consciência não condicionada em oposição à consciência condicionada. Em determinadas ocasiões, talvez precisemos tomar providências práticas para nos proteger de pessoas profundamente inconscientes. Isso é algo que temos condições de fazer sem torná-las nossas inimigas.

Nossa maior defesa, contudo, é sermos conscientes aqui e agora.

Alguém passa a ser um inimigo quando personalizamos a inconsciência dele que é o ego. A não-reação não é fraqueza, mas força. Outra palavra para não-reação é perdão. Perdoar é ver além, ou melhor, é enxergar através de algo. E ver, através do ego, a sanidade que há em cada ser humano como sua essência.

O ego adora reclamar e se ressente não só de pessoas como de situações.

O que podemos fazer com alguém também conseguimos fazer com uma circunstância: transformá-la num inimigo. Os pontos implícitos são sempre os mesmos: “isso não deveria estar acontecendo”, “não quero estar aqui”, “estou agindo contra minha vontade”, “o tratamento que estou recebendo é injusto”, “etc”. E, é claro, o maior inimigo do ego acima de tudo isso é o momento presente, ou seja, a vida em si, o agora.

Não confunda a queixa com a atitude de informar alguém de uma falha ou de uma deficiência para que elas possam ser sanadas. Além disso, abster-se de reclamar não corresponde necessariamente a tolerar algo de má qualidade nem um mau comportamento.

Não há interferência do ego quando dizemos ao garçom que a comida está fria e precisa ser aquecida - desde que nos atenhamos aos fatos, que são sempre neutros.

"Como você se atreve a me servir uma sopa fria?"
Isso é se queixar, isso é ego.

Nessa situação, existe um "eu" que adora se sentir pessoalmente ofendido pela comida fria e ele aproveitará esse fato ao máximo, um "eu" que aprecia apontar o erro de alguém. A reclamação a que me refiro está a serviço do ego, e não da mudança. Algumas vezes fica óbvio que o ego não deseja que algo se modifique para que possa continuar se queixando e continuar existindo.

Veja se você consegue capturar, ou melhor, perceber, a voz na sua cabeça - talvez no exato instante em que ela esteja reclamando de algo - e reconhecê-la pelo que ela é: a voz do ego, não mais do que um padrão mental condicionado, um pensamento.

Sempre que a observar, compreenderá que você não é ela, e sim aquele que tem consciência dela.

Na verdade, você é a consciência que está consciente da voz.
Atrás, em segundo plano, está a consciência.
À frente, se situa a voz, aquele que pensa, o ego.
Dessa maneira você estará se libertando do ego, livrando-se da mente não observada.

No momento em que você se tornar consciente do ego, a rigor ele não será mais o ego, e sim um velho padrão mental condicionado.

O ego implica inconsciência.
Ele e a consciência superior não conseguem coexistir.

O velho padrão mental, ou hábito mental, pode sobreviver e se manifestar por mais um tempo porque tem o impulso de milhares de anos de inconsciência humana coletiva atrás de si. No entanto, toda vez que é reconhecido, ele se enfraquece.

Só a prática da auto-observação consciente leva ao despertar da consciência e conseqüentemente com a superação do ego personalidade.
(para quem realmente que acordar da ilusão)

Extraído do livro:
“O DESPERTAR DE UMA NOVA CONSCIÊNCIA”


Namastê, 
Luis Mauricio